Blog Terminado

Dezembro 18, 2008 at 10:39 am (Projecto Final)

A todos os que comentaram pedindo-me exemplares do trabalho, agradeço muito o interesse, mas o objectivo deste blog era contar a evolução de um protótipo. Este não tem ferramentas necessárias para ajudar crianças com dislexia, visto que o mais importante do trabalho era percebermos que quando estamos a criar algo multimédia temos que ter em consideração muitos aspectos ligados à usabilidade, à acessibilidade e a emotividade. Neste caso o público alvo seriam crianças disléxicas, mas o conteúdo do CD não foi revisto por nenhuma entidade com competências nesta área e o protótipo nem estava perto de ser acabado.

Peço desculpa se de alguma forma fiz alguém pensar o contrário, mas o CD não será terminado, visto que foi um projecto de uma disciplina da faculdade, e agora tenho outros objectivos.

Peço desculpa também, se não respondi a comentários. Já devia ter escrito este post há algum tempo.

Obrigada a todos pelo interesse.

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Apresentação Final – EAM

Dezembro 16, 2007 at 2:01 am (Projecto Final)

O ponto de situação feito anteriormente levou à mudança de vários elementos inerentes ao CD-ROM “Dislexia – uma pequena ajuda”. Deste modo, o CD-ROM encontra-se num estado praticamente final, dentro da meta estabelecida logo de início, sendo necessários, apenas, alguns aprimoramentos.

Premissas:

  1. O CD-ROM tem como objectivo ajudar, numa altura de intervenção, no progresso de desenvolvimento de uma criança a quem já tenha sido diagnosticada dislexia.
  2. Portanto, este vai ser usado por pais e educadores, havendo a secção de exercícios idealizados para o acompanhamento das crianças.
  3. O CD-ROM visa ser acessível a pessoas com dislexia, tendo todo o tipo de conteúdo sido pensado para ajudá-los na maior compreensão possível do que lá se encontra.
  4. O estado do produto na entrega do trabalho vai ser um protótipo, podendo vir a servir como base para o desenvolvimento de um CD-ROM com o mesmo intuito, facilitando algumas etapas de pesquisa e desenvolvimento.

Etapas:

  • Logo no início, uma longa e intensa pesquisa fez-me delinear certos cuidados que um design acessível para pessoas disléxicas tem de ter:
    • As linhas compridas são difíceis de ler, as frases compridas e confusas também.
    • Texto deve ser não justificado, para não se criarem espaços brancos que distraem o leitor;
    • Tipo de letra sans serif — dentro da comunidade disléxica definiu-se o uso do Verdana, tamanho 12pt, num tom escuro;
    • Usar negrito para enfatizar em vez de itálicos ou sublinhados;
    • Caixas de texto e balas;
    • Não se deve usar animações no mesmo local de um texto;
    • Quanto mais estruturado, mais fácil a compreensão do conteúdo. Usar títulos e listas com números quando apropriado;
    • Não usar abreviações;
    • Não usar sons distractivos;
    • Texto descritivo de todas as imagens;
    • Uma metáfora coerente, usando imagens (neste caso, o uso de botões pictóricos) para que o utilizador tenha algo que recordar.
  • A partir deste ponto, o design do projecto foi surgindo, tal como os seus conteúdos, adaptando-se cada vez mais um ao outro. Foi decidido que certas redundâncias seriam usadas, e de que, em qualquer parte do CD-ROM se pode aceder à animação, à secção dos pais e educadores e aos exercícios. Há a opção de se desligar o som, já que todo o projecto teria uma voz como acompanhante do texto, para garantir a compreensão por parte de indivíduos com dificuldades de leitura (no entanto, neste estado de desenvolvimento ainda não me foi possível fazer com que o botão funcione).
  • A pesquisa relativa aos exercícios para crianças com dislexia diagnosticada foi feita um pouco mais tarde com a ajuda da Doutora Helena Serra, vice-presidente da Associação Portuguesa de Dislexia (APDIS). Desta forma, um exercício foi criado para ajudar estas crianças, e encontra-se perfeitamente operacional. Não foram elaborados mais exercícios, apesar de estarem estruturados em papel, porque não detenho os conhecimentos necessários para colocá-los em formato digital. Idealmente, isto seria conseguido posteriormente com a ajuda de pessoas com as capacidades necessárias à sua elaboração.
  • Nesta altura, um teste com um utilizador disléxico foi concretizado, de uma forma muito informal e também muito rápida, o que me deu uma pequena ideia do que seria a interacção deste público com o CD-ROM. O utilizador afirmou perceber a estrutura do CD-ROM, e, mais o mais importante, conseguiu perceber, de forma muito rápida e correcta, os conteúdos que o produto disponibilizava, o que me levou a crer que toda a pesquisa feita na fase primordial teve os seus frutos.
  • Posteriormente, verificou-se que o design estava ainda num estado muito cru, pelo que foi necessário ponderar uma forma melhor de combinar todos os conteúdos entre si. Desta forma, foi criado um desenho que tenta abraçar o conteúdo de cada secção, delineando de forma clara os tipos de acção que se encontram aí. Adicionou-se, também, o mapeamento por cor, de uma forma muito subtil.
  • Os textos criados para cara secção foram verificados pela doutora, tendo as modificações sido feitas de acordo com as suas críticas.
  • O título do CD-ROM encontrava-se ainda como texto simples, pelo que foi necessário não só modificá-lo de forma a se assemelhar a uma espécie de ícone, mas também, depois de concretizada esta modificação, tornar o resto do design mais harmonioso com este novo item.
  • Um outro problema encontrado anteriormente foi resolvido. O menu lateral da secção para pais e educadores estava muito pouco delineado, não se percebendo muito o que era, nem onde acabava/começava. Desta forma, depois de muito pensar sobre o assunto e bastante pesquisa visual, encontrei a solução de colocar uma marca de água de um objecto um pouco ambíguo (um pouco abstracto, mas assemelha-se a uma flor) por baixo do menu, o que o destaca.
  • Nesta fase, testes com utilizadores foram concretizados. Quatro pessoas, entre os 19 e os 20 anos, que nunca tinham usado o CD-ROM, ajudaram-me na descodificação de possíveis problemas que este pudesse apresentar.
    • Desta forma, três tarefas foram apresentadas aos utilizadores. Aceder ao exercício dos instrumentos e realizá-lo, aceder à informação sobre a dislexia na escola e também à animação, a partir da secção dos pais e educadores.
    • Cheguei a conclusões bastante satisfatórias. A estrutura do CD-ROM parece ser bastante clara, só tendo havido um erro na última tarefa, pois o utilizador se enganou e clicou na animação logo na secção de escolha entre animação, pais e educadores e exercícios.
    • Em termos de tempo, na primeira tarefa demoraram mais entre cliques, pois ainda não conheciam a plataforma e porque era a tarefa mais longa (de notar que a parte de realização do exercício foi só um teste de controlo, para posteriores testes com crianças com dislexia).
  • Passadas estas fases, foi iniciada a gravação da voz que acompanha todo o CD-ROM. Nos menus o som é activado em RollOver, e nos textos mais extensos um botão, ao lado do título correspondente, inicia o som. Desta forma, o som não se aparece mal se entra na frame, o que é bastante incomodativo para quem se enganar no local que selecciona.
  • O botão que serve para fechar a aplicação ainda necessita de uma acção que abre uma janela para perguntar ao utilizador se tem a certeza sobre a saída do CD-ROM.
  • Por fim, a elaboração da animação inicial ainda não foi realizada. Isto porque estava planeado que esta iria contem excertos de vídeos sobre dislexia, os quais, quando importados para o Adobe Premiere, não têm som. Quando este problema estiver resolvido ou contornado, irei proceder à elaboração da animação.

Conclusão:

O CD-ROM está praticamente na sua fase final, dentro da meta estabelecida no início do semestre.

Falta somente:

  1. Criar a animação inicial;
  2. Ter o botão de desligar/ligar o som operacional

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Protótipo Medium-Fi

Novembro 19, 2007 at 1:04 am (Projecto Final)

Chegou a altura de uma avaliação intercalar do progresso feito no desenvolvimento do CD-ROM “Dislexia – Uma pequena ajuda“.

De uma forma sucinta, estes foram os pontos que tive em consideração nesta avaliação:

  • Dentro das metas estabelecidas, as que foram mudadas:
    • A principal mudança, que afectou bastante a estrutura do design e do conteúdo, foi a decisão de tornar o CD-ROM o mais acessível possível para pessoas com dislexia;
      • Assim, já não vai existir a simulação ao longo do CD-ROM sobre o que vêem os disléxicos. Só confundiria os possíveis utilizadores com esta condição;
      • Menus não serão pictóricos, mas somente textuais
    • Dentro das metas estabelecidas, as que foram cumpridas:
      • A estrutura geral e a ideia geral do design, muito perto do produto final;
      • O background definitivo;
      • Os botões principais que servirão como base para a criação dos finais;
      • A animação da caixa do corpo de texto;
      • Uma lista não definitiva dos exercícios (ainda inexistentes) que serve como base para os próximos passos
    • Dentro das metas estabelecidas, as que ainda não foram cumpridas:
      • A animação inicial;
      • A escrita definitiva dos conteúdos textuais – enquanto não estiverem no seu estágio final, não se poderá seguir à sua gravação sonora.
        • Os exercícios -necessária a participação de profissionais.
        • Conclusão
          • Ainda falta bastante para o projecto ser terminado;
          • O próximo passo é trabalhar com profissionais para elaborar os conteúdos para os Educadores e Pais, e, também, para criar os exercícios de síntese auditiva;
          • Estes serão só alguns exemplos do que existiria caso o CD fosse terminado.
          • O projecto poderia estar mais desenvolvido. No entanto, penso que o estado do projecto, para esta altura, é bastante satisfatório tendo em vista as metas que ainda tenho que cumprir – Estas são bastantes fáceis e rápidas de se obter

          O CD-ROM está a ser elaborado em Flash. Protótipo do CD-ROM “Dislexia – Uma pequena ajuda”.

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        Opera e Jaws

        Novembro 3, 2007 at 11:55 pm (Reviews)

        Para terminar a análise da acessibilidade da Direcção Geral da Administração e do Emprego Público, foram usadas duas ferramentas essenciais para descortinar problemas de acessibilidade. Estas foram o browser Opera e o software para pessoas com problemas de visão Jaws. O Opera consegue desformatar uma página Web, tirando-lhe as imagens, as frames, as folhas de estilo e a formatação por tabelas e o Jaws é um leitor de ecrã.

        Combinando estas duas ferramentas, o site de DGAEP apresenta, desde logo, o problema da não leitura das imagens. E como a maioria das imagens são hiperligações, não se percebe para onde aquela hiperligação se dirige.

        Quando se desformata o site e se tira as imagens, cria-se uma sobreposição de texto, completamente impossível de descodificar. Em termos de estilo, não há títulos, por exemplo. As únicas ênfases são os sublinhados e os negritos.

        Desta forma, a análise automática e manual feita anteriormente torna-se mais consistente, mas os problemas principais já tinham aparecido antes. Esta análise só veio confirmar que é importante que as imagens estejam legendadas, e que a formatação, o estilo de uma página de internet, deve ser feita através de CSS’s e não através de HTML, para possibilitar a personalização e a acessibilidade de qualquer conteúdo online.

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        Referências – Avaliação de contraste de cor

        Novembro 1, 2007 at 9:37 pm (Curiosidades)

        Dez ferramentas de avaliação de contraste de cor para melhorar a acessibilidade de um design

        Colour Contrast Check: The first really intuitive online tool for checking colours that I know of, Jonathan Snook’s Colour Contrast Check lets you input foreground and background colours either by entering hexadecimal values or by adjusting sliders. The tool gives you immediate feedback by showing what the chosen colour combination looks like and whether it passes the test.

        Colour Contrast Analyser: Gez Lemon’s Colour Contrast Analyser uses the same algorithm as the Colour Contrast Check tool, so the results should be identical. The difference is that this tool has no live feedback and no sliders, meaning that you will need to enter the values for foreground and background colours into a form and submit it, after which the results are displayed.

        Colour Contrast Visualiser: Using a slightly different approach, Tom Hooper’s Colour Contrast Visualiser helps you find acceptable colour combinations by visualising the colours that provide sufficient contrast on a colour palette. Colour Contrast Visualiser is available in Flash and Adobe AIR versions, so you will need support for either of those to use it.

        Colour Contrast Analyser Firefox Extension: Instead of having you enter each colour combination manually, Gez Lemon’s Firefox extension finds all text elements in a document and examines the difference between foreground and background colours for them. It displays the results in a new tab, complete with previews of the colours. This can look a bit overwhelming, but it’s a good way of finding problematic areas of a design. Obviously this tool does not work with images – you’ll need an HTML document for it to work.

        CSS Analyser: Another tool created by Gez Lemon, the CSS Analyser does a colour contrast test of your CSS. It also validates the CSS and checks that relevant text sizes are specified in a relative unit of measurement.

        Luminosity Contrast Ratio Analyser: This tool, also created by Gez Lemon, tests foreground and background colour combinations according to an algorithm developed by the Trace R&D Center.

        Vischeck: A colour blindness simulator that can be used online or as a Photoshop plug-in that appears in the “Filter” menu. The online tool simulates colour blindness on an image that you upload or on a web page that you specify, while the Photoshop plug-in changes the colours of the document you are working on.

        Contrast Analyser, Version 2.0: A standalone application available for Windows and Mac OS X. This is a very neat application that does pretty much everything except analyse a web page for you. You can specify the foreground and background colours numerically or by pulling sliders, you can set it to use the colour/brightness or luminosity algorithms, and it will check and preview the selected colours against various types of colour blindness.

        Graybit: An online tool developed by Jona Fenocchi and Mike Cherim. This tool does what you can guess from its name – it lets you submit a URL to a web page which will be converted to greyscale and displayed in your web browser.

        Sim Daltonism: Available for Mac OS X only, this standalone application does not calculate colour contrast, but is still very useful. It simulates various kinds of colour blindness in real-time, which makes it easy to check if a design is likely to cause problems.

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        Modelo Conceptual da Infografia

        Novembro 1, 2007 at 7:42 pm (Infografia)

        Tema

        O tema para o meu trabalho final de Design de Comunicação Multimédia, vai-se basear no CD-ROM em que estou a trabalhar na cadeira de Ergonomia das Aplicações Multimédia. Isto é, a Dislexia. O meu trabalho de EAM tem como objectivo alertar a comunidade para o que é a Dislexia, apresentar a sua definição e o seu desenvolvimento no tempo, e, ao mesmo tempo, possibilitar a Educadores e Educandos o uso de exercícios de síntese auditiva dedicados a crianças com dislexia já diagnosticada.

        Daí, o tema para a Infografia que vou desenvolver será a Dislexia em Portugal, e a necessidade de combater ideias pré-concebidas erradas e ajudar as crianças com este problema, fazendo promoção ao CD-ROM em questão.

        Objectivos

        Pessoalmente, este trabalho vai ter como objectivo divulgar o CD-ROM que vou conceber na cadeira de EAM. Será também uma forma de treinar a concretização de uma infografia interactiva.

        No que toca aos objectivos em relação ao público-alvo, a ideia é fazer com que percebam o que é a dislexia, combater ideias pré-concebidas falsas, dar-lhes a entender o que é o CD-ROM e a sua estrutura, e demonstrar, através de uma simulação, o que sentem os disléxicos ao ver um conteúdo Web pouco acessível para estes.

        Público-Alvo

        O público-alvo será composto por pessoas que queiram desenvolver conteúdos acessíveis para disléxicos, que pouco saibam sobre o que é a dislexia, ou que queiram saber mais sobre esta condição.

        Conceito

        O conceito da infografia será a palavra.

        A tipografia será algo importante neste trabalho, indo além do discurso textual, mas servindo como um importante elemento de construção da imagem.

        Conteúdos e Estrutura

        Em termos de conteúdo, haverá a definição de dislexia, um pouco da sua história, uma simulação e conteúdos relacionados com elementos a ter em atenção quando se cria um conteúdo que tenha em vista a acessibilidade por parte de disléxicos.

        O fio condutor da infografia será um livro, que ao abrir-se vai levar a todos os conteúdos. Este não aparecerá da mesma forma ao longo da infografia. Dependendo do local onde nos encontramos, este pode ocupar a maioria da área e noutros locais, poderá ser só um ícone pequeno.

        A infografia terá um menu que aparecerá sempre, independentemente do local onde o utilizador se encontrar. No entanto, os conteúdos por si poderão ter ligações para outro local da infografia, sempre que for pertinente.

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        Manual de Boas Práticas da Administração Pública

        Outubro 28, 2007 at 8:40 pm (Reviews)

        Continuando a análise à acessibilidade do site da Direcção Geral da Administração e do Emprego Público, vou recorrer à ajuda do Manual de Boas Práticas da Administração Pública. O que este manual descreve é supostamente obrigatório de ser seguido por lei.

        Os seguintes tópicos são um resumo daquilo que o manual descreve. No entanto, os tópicos não comentados são aqueles para os quais não detenho conhecimento para analisar. Só mais tarde poderei fazer uma análise mais consistente, com o decorrer da aula, e o uso de outras ferramentas, como o Jaws.

        Em termos de informação mínima, um site tem que apresentar os seguintes conteúdos:

        1. Identificação e descrição do organismo que tutela o Website (com a missão, a descrição das actividades e serviços prestados, a descrição da estrutura organizacional, com eventual recurso a diagramas)

          • Logo no início tem a identificação do organismo que tutela o site (Ministério das Finanças e Administração Pública).
          • A missão, a estrutura, os serviços e publicações, o balanço social e os contactos são apresentados numa página cuja hiperligação se encontra na Homepage. No entanto, logo se encontra o problema de esta hiperligação ser apresentada através de uma imagem cuja alternativa em texto não a descreve eficazmente.
        2. Lista de contactos (endereço postal, telefones, faxes e endereço de correio electrónico), pessoais e/ou institucionais
          • A lista de contactos aparece na hiperligação descrita anteriormente.
        3. Lista com todas as publicações do organismo e respectivos documentos;
          • Há uma lista com as publicações do organismo, na hiperligação acima mencionada. No entanto, não há documentos associados, pois estas publicações não são grátis. Há somente uma descrição de cada publicação, incluindo a editora, o preço, etc.
        4. Legislação pertinente para a actividade da entidade;
          • Na “Orgânica da DGAEP” há legislação sobre a entidade.
        5. Eventos programados ou em curso;
          • Estes eventos aparecem numa lista logo na página principal.
          • No entanto, esta lista é uma mancha de texto pouco descodificável. Não há palavras/expressões em negrito que permitam a uma leitura transversal que permitam perceber o assunto de cada ponto.
        6. Relatório de contas;
          • Não há relatório de contas.
        7. Plano de actividades e orçamento;
          • Não há plano de actividades e orçamento.
        8. FAQ (Perguntas mais frequentes);
          • Há FAQ, mas muito limitada.
          • É muito centrada nos utilizadores que têm que utilizar o site por causa do seu ofício.
        9. Novidades;
          • Aparecem também na lista da página inicial.
          • É difícil distinguir o que é notícia de todas as outras entradas.
        10. Formulários para download;
          • Há documentos para download.
          • Estão sistematizados numa página, apesar de serem só quatro.
        11. Política de privacidade e segurança;
          • Não existe nenhuma hiperligação para este conteúdo.
        12. Primeira visita;
          • Não há nenhuma referência.
        13. Ajuda;
          • Não há ajuda, só FAQ’s, que são bastante limitados.
        14. Mapa do sítio;
          • Existe uma hiperligação para um Índice Detalhado para parece estar em construção.
        15. Motor de busca.
          • Não há motor de busca.

        Em termos de Barras de navegação, a página inicial deve conter hiperligações para:

        1. Homepage do governo, administração directa e indirecta do estado/sectorial ou ministerial;
          • Não há hiperligações para a homepage do governo na secção “links”, mas há para outras entidades.
        2. Contactos;
          • A página inicial não tem lista de contactos, isto apresenta-se numa página secundária.
        3. Mapa do Website;
          • Não existe.
        4. Motor de busca.
          • Não existe.

        Restantes páginas têm que conter hiperligações para:

        1. Página principal;
          • Nem todas as páginas têm esta hiperligação.
        2. Mapa do Website;
        3. Motor de busca;
        4. Sugestões;
        5. Voltar.

        Pontos 2, 3, 4 e 5 não existem neste site.

        No que toca à presentação da Informação o site tem que:

        1. Usar um estilo consistente – O uso de CSS – Cascading Style Sheet (folhas de estilo em cascata) pode ajudar bastante a cumprir este requisito. A separação do conteúdo estruturado (feito em HTML) do estilo/apresentação do documento (feito numa folha de estilo em CSS) revela-se altamente benéfico para a potenciação da acessibilidade;
          • A ser verificado posteriormente.
        2. Colocar informação baseada em texto.
          • A maioria da informação é baseada em texto. No entanto, muitas hiperligações importantes estão sob a forma de imagens dificilmente descodificáveis, não só por não serem muito discritivas visualmente, mas também por não terem um texto alternativo que explicite sobre a sua função.

        No contexto das Imagens e sons:

        1. Recomenda-se um tamanho inferior a 30Kb e sugere-se o uso de miniaturas, que o utilizador poderá seleccionar para obter a mesma imagem mas com dimensões maiores.
          • Todas as imagens são de um tamanho reduzido.

        Quanto ao Texto:

        1. Recomenda-se o uso de fontes do tipo “Sans Serif”, as quais se revelam de mais legíveis para quem lê em ecrãs. São exemplos o estilo “Verdana”, “Arial” ou mesmo “Tahoma”. As fontes e os tamanhos devem ser uniformes ao longo de todo o Website. Também neste particular o uso de CSS se reveste de particular importância. De notar também que o CSS permite definir todos estes elementos de forma diferenciada consoante a informação seja para ser apresentada no ecrã ou impressa. É possível ter um estilo de fonte “Verdana” no ecrã que quando impresso aparece “Arial” ou mesmo “Times New Roman”.
          • As fontes usadas são Sans Serif.
          • No entanto, o tamanho de letra e até as fontes vão mudando, de uma forma não padronizada.
          • CSS ainda para ser analisado.
        2. Procurar o contraste entre o texto e o fundo. Não recorrer a cores para distinguir blocos de texto.
          • Distingue-se bem o texto do fundo. Cores escuros na tipografia e branco no fundo.
          • Os blocos de texto são da mesma cor que o fundo da página (branco).

        Indicar sempre o tamanho dos ficheiros para download.

        1. Não há indicação do tamanho dos ficheiros.

        Arquivo documental

        1. Existência de um motor de busca.
          • Não há motor de busca.

        Software Adicional

        1. Disponibilizar a hiperligação para o fornecedor do software: no caso da acessibilidade, esta recomendação deverá ser complementada com a indicação: sempre que o fornecedor dispuser de soluções relacionadas com acessibilidade, deverá também existir uma hiperligação para as respectivas páginas. É o caso do formato proprietário da ADOBE: PDF. Neste caso existem por parte da ADOBE uma série de recomendações dirigidas aos utilizadores e mesmo aos designers dos formatos PDF. Ver hiperligação do Programa Acesso da UMIC.
          • Há ficheiros em PDF, mas não há nenhuma hiperligação que leve ao fornecedor de software.

        Compatibilidade de Browsers

        1. Deverão ser testadas as páginas em dois dos mais utilizados Browsers, nas suas duas últimas versões.
        2. Interessante é notar que na actualização mais recente do Guia de Boas Práticas, o Netscape tenha sido substituído pelo Opera.
        3. Atenção também ao uso de plug-ins. O utilizador pode não conseguir usar os novos plug-ins, por dificuldades de acesso da tecnologia que se encontra a utilizar, ou mesmo por não poder descarregar o plug-in, como poderá ser o caso quando acede num terminal público. É o caso por exemplo do Flash.
          • Este site não parece necessitar de plug-ins. Não utiliza Javascript nem Java.

        Rapidez no download da primeira página e das restantes

        1. Tempos de download da página principal inferiores a 8 segundos com modems de 56Kbps;
        2. Tempos de download das restantes páginas inferiores a 20 segundos.

        Compatibilidade HTML (recomendação 12)

        1. Recomenda-se o uso das directrizes do W3C no que diz respeito à notação a utilizar.
        2. No manual recomenda-se o uso da ferramenta Bobby para teste em relação aos diferentes navegadores. O Bobby actualmente on-line não permite tal análise. Em vez da verificação face a determinado tipo de navegadores, aconselhamos a conformidade da notação, nomeadamente o HTML e o CSS, com os padrões do W3C.

        Resolução Gráfica

        1. Deverá ser possível navegar mesmo usando a resolução mínima.
        2. A norma actual é 800×600 pixéis mas deverá ser possível navegar em 640×480. “Uma regra prática para a construção de páginas é a de evitar que uma página quando acedida na resolução 640×480 surja com barras de scroll horizontais” (Oliveira, 2003: 67).
        3. Outro elemento importante quando se fala na resolução é a impressão de documentos. Documentos formatados rigidamente para resoluções de 800×600 aparecem com a margem direita cortada.

        Concepção de páginas Simbolo da Acessibilidade na Internet

        1. Este capítulo trata essencialmente o desenho de páginas Web para cidadãos com necessidades especiais (CNE’s).
        2. Não se deve conceber Websites específicos para CNE’s, nem tão pouco versões simplificadas do Website normal, mas fazer um ÚNICO Website apropriado para TODOS.
          • Este site, logo na página de entrada, apresenta o símbolo da acessibilidade, não havendo mais do que uma versão do site.
        3. Simplicidade na forma; informação em formato texto, usar alt-tags nas imagens, não basear compreensão da informação por diferenças de cor; usar um elevado contraste; evitar contraste verde/vermelho; minimizar a utilização de tabelas; motor de busca posicionado no início da página; afixar o símbolo de acessibilidade à Web.

        Conclusão

        O site da Administração Geral da Administração e do Emprego Público tem vários problemas na questão da acessibilidade. Juntando a análise automática com esta análise manual bastante superficial, percebe-se que em termos de estrutura e até de conteúdos há muito a faltar ao site. Primeiro, a questão do espaço branco ser definido através de tabelas é um grande entrave à acessibilidade. Um processador de texto vai tentar ler a informação da página seguindo a lógica de uma tabela. O que é totalmente errado na estrutura desta página. Há também a questão das imagens não legendadas, e visualmente bastante ambíguas, e das manchas de texto que não permitem uma leitura rápida e eficaz do conteúdo que apresentam.

        No entanto, o que é preciso salientar é o facto de estas normas existirem por uma razão muito pertinente. Um conteúdo, um serviço, um local, deve ser acessível ao maior número de pessoas. E apesar de muitas destas questões focarem as necessidades especiais de um grupo de pessoas, o facto é que tornar um site acessível permite não só o acesso por essas pessoas, mas facilita o uso e percepção desse mesmo site por pessoas sem esse tipo de necessidade. E não nos podemos esquecer que quanto mais fácil for o acesso a um conteúdo online, mais vezes irá uma pessoa voltar àquele site e mais pessoas esse mesmo site irá atrair.

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        Análise da Acessibilidade do site da DGAEP

        Outubro 28, 2007 at 4:46 pm (Reviews)

        O World Wide Web Consortium (W3C) é um consórcio de empresas de tecnologia, em que se inserem as mais importantes organizações desta área. Fundado por Tim Berners-Lee em 1994 com o objectivo de levar a Web ao seu potencial máximo, o W3C aposta no desenvolvimento de protocolos comuns e fóruns abertos que promovem a sua evolução e asseguram a sua interoperabilidade. Desenvolve tecnologias denominadas padrões da Web para a criação e a interpretação dos conteúdos para esta plataforma. Sites desenvolvidos segundo esses padrões podem ser visitados e visualizados por qualquer pessoa ou tecnologia, independente do hardware ou do software. Para alcançar seus objectivos, o W3C possui diversos comités que estudam as tecnologias existentes para a apresentação de conteúdo na Internet e criam padrões de recomendação para a utilização dessas tecnologias. Com a padronização, os programas conseguem aceder facilmente aos códigos e entender onde deve ser aplicado cada conhecimento expresso no documento. De forma a tornar os websites mais acessíveis, principalmente para pessoas com necessidades especiais, o W3C criou a Web Accessibility Initiative (WAI) que desenvolveu directrizes, que podem ter três níveis de importância, para serem seguidas pelos criadores dos sites e seus conteúdos. Idealmente, o seguimento destas directrizes torna o conteúdo de um site completamente acessível para qualquer pessoa e qualquer tecnologia que aceda ao mesmo. Neste contexto, foi-me proposto analisar um site de administração pública portuguesa, que é, por lei, obrigado a obedecer a uma série de normas, incluindo as estipuladas pela WAI, para tornar o seu conteúdo acessível a todas as pessoas e tecnologias Nestas normas, há duas completamente direccionada para o acesso por parte de pessoas com necessidades especiais: concepção de páginas e testes de acessibilidade específicos. O site escolhido foi o da Direcção-Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP). Em primeiro lugar, uma análise manual.

        Análise Automática

        Para este tipo de análise, foi utilizada a ferramenta Hera, que categoriza os erros encontrados e oferece a localização dos mesmos na página. O url testado foi http://www.dgap.gov.pt/.

        Prioridade

        Verificar

        Bem

        Mal

        N/A

        1

        10

        1

        6

        2

        15

        1

        9

        4

        3

        13

        2

        1

        3

        Como anteriormente foi colocada neste site a lista de directrizes de acessibilidade do conteúdo Web, os erros terão somente uma referência a essa lista.

        Prioridade 1

        Erros

        Ponto 8.1 – Scripts: Utilizam-se eventos dependentes do dispositivo e não existem eventos redundantes.

        Pontos a Verificar

        Ponto 1.1 – Imagens: Verifique que os textos alternativos, nas 11 imagens da página, resultam adequados.

        A verdade é que os textos alternativos se limitam a nomear as imagens de “vazio” ou então nota-se que o texto é a réplica do nome do ficheiro, como por exemplo, no símbolo da acessibilidade o texto é “accesslogosm.gif”.

        Ponto 2.1 – Cores: Verifique que não existe informação transmitida apenas pela cor.

        Não há nenhum elemento que transmita informação só pela cor.

        Ponto 4.1 – Mudanças de idioma: Verifique que todas as mudanças de idioma se encontram correctamente identificados. Deve valorar-se positivamente o uso de atributos como “hreflang” e “charset” para indicar o idioma e o jogo de caracteres no qual se apresentarão os conteúdos enlaçados.

        Não há mudanças de idioma.

        Ponto 5.1 – Tabelas de dados: Há 5 tabelas com 59 células de dados e nenhuma célula de cabeçalho (<th>). Verifique se há tabelas de dados, onde deverão ser identificados correctamente os cabeçalhos.

        Não há tabelas de dados onde cabeçalhos sejam necessários.

        Ponto 5.2 – Tabelas complexa: Há 5 tabelas sem células de cabeçalho. Verifique se há tabelas de dados complexas, com vários níveis lógicos de cabeçalhos, que requerem atributos para associar células de dados e de cabeçalhos.

        As tabelas neste site são uma forma de distribuição de espaço, não tendo a função normal de hierarquização de dados.

        Ponto 6.1 – Folhas de estilo: Verifique se é possível ler o documento quando é interpretado sem as folhas de estilo associadas.

        É possível ler o documento sem folhas de estilo associadas.

        Ponto 6.3 – Hiperligações: Verifique se os URI das hiperligações são recursos válidos e não, por exemplo, uma função de javascript; Scripts: Verifique que a página pode ser usada, mesmo quando se desactivam os 1 scripts. Desactivando o Javascript e o Java das opções do Mozilla Firefox as hiperligações continuam a funcionar.

        Ponto 7.1 – Intermitência de ecrã: Verifique que não se provocam intermitências no ecrã através de scripts ou outros elementos de programação.

        Há elementos que cintilam.

        Ponto 11.4 – Páginas alternativas: Se a página não é acessível, verifique que se proporciona uma hiperligação para uma página alternativa acessível.

        Não há uma hiperligação para uma página alternativa acessível. Esta página já o diz ser.

        Ponto 14.1 – Linguagem: Verifique que se utiliza a linguagem mais clara e fácil adequada ao conteúdo do sítio Web e perceptível pelo utilizador alvo.

        A linguagem é clara e fácil. Se não houvesse elementos que cintilam, o texto seria bem mais perceptível.

        Prioridade 2

        Erros

        Ponto 3.2 – DTD: A página não contém uma declaração do tipo de documento; CSS: O código das folhas de estilo contém erros.

        Ponto 3.3 – Elementos de apresentação: Utilizam-se 18 elementos HTML para controlar a apresentação; Propriedades de apresentação: Utilizam-se 119 atributos HTML para controlar a apresentação.

        Ponto 3.4 – Unidades absolutas em HTML: Encontraram-se unidades absolutas nos atributos dos elementos que compõem as tabelas; Unidades absolutas na CSS: Detectaram-se unidades absolutas (in|cm|mm|pt|pc) ou tamanhos de fonte definidos em px nos valores das folhas de estilo.

        Ponto 3.5 – Cabeçalhos (h1-h6): Não se usam cabeçalhos.

        Ponto 6.4 – Manipuladores de evento: Utilizam-se eventos dependentes do dispositivo e não existem eventos redundantes.

        Ponto 7.2 – Flashes: Utiliza-se o elemento <blink>, que provoca flashes no conteúdo da página.

        Ponto 9.3 – Manipuladores de evento: Utilizam-se eventos dependentes do dispositivo.

        Ponto 11.1 – Tecnologias do W3C: Falta a declaração do tipo de documento (DTD). Utilizam-se elementos que não correspondem às tecnologias do W3C.

        Ponto 11.2 – Elementos obsoletos: Utilizam-se 14 elementos obsoletos em HTML 4.01; Atributos obsoletos: Utilizam-se 120 atributos obsoletos em HTML 4.01.

        Pontos a Verificar

        Ponto 2.2 – Contraste de cores:
        Verifique que o contraste da cor entre fundo e primeiro plano (em textos e imagens) resulta suficiente.

        Resulta.

        Ponto 3.1 – Imagens: Se existe uma linguagem de programação apropriada verifique que não se utilizam imagens para transmitir essa mesma informação.

        Muitos dos locais onde supostamente se deveriam ver imagens continuam a ser espaços em branco. Daí, há linguagem de programação adequada a transmitira esta mesma informação.

        Ponto 3.6 – Listas: Não se utilizam listas. Certifique-se se há conteúdos da página que devam apresentar-se como uma lista de elementos.

        Não existem conteúdos que devam apresentar-se como uma lista de elementos.

        Ponto 3.7 – Citações: Na página não se utilizam elementos para identificar as citações curtas (<q> ou longas <blockquote>). Leia a página e certifique-se que não se fazem citações que devam ser marcados correctamente.

        Não há citações.

        Ponto 5.3 – Tabelas para maquetar: Verifique que o conteúdo das tabelas tem sentido quando se apresentam de forma linear.

        As tabelas servem somente para distribuir os elementos visuais.

        Ponto 6.5 – Scripts: Verifique que os conteúdos dinâmicos gerados pelos 1 scripts se encontram acessíveis.

        Encontram-se acessíveis.

        Ponto 7.3 – Movimentos na página: Verifique que não se provocam movimentos na página através de imagens, scripts ou outros elementos de programação.

        Não há elementos de movimento.

        Ponto 7.4 – Reiniciar página: Verifique se os elementos de programação se utilizam para reiniciar automaticamente a página.

        Não há elementos desse género.

        Ponto 7.5 – Redireccionamento automático: Verifique se os elementos de programação se utilizam para redireccionar automaticamente a página.

        Não existem elementos que tenham essa função.

        Ponto 10.1 – Atributo “target”: Há 1 elementos com o atributo “target”. Verifique se se dá conhecimento ao utilizador quando se abrem outras janelas; Elementos de programação: Verifique se os scripts e os elementos de programação em geral não geram novas janelas sem informar o utilizador.

        Não há aviso da abertura de uma nova janela no elemento com o atributo “target”; não há elementos de programação que abram novas janelas.

        Ponto 12.3 – Blocos de informação: Verifique que os blocos de informação se encontram divididos em grupos manipuláveis.

        Não há divisões suficientes.

        Ponto 13.1 – Hiperligações: Verifique que os objectivos de cada hiperligação se encontram claramente identificados.

        Está tudo correcto.

        Ponto 13.2 – Metadados: Verifique a utilização de elementos e propriedades que proporcionam metadados à página.

        Está tudo correcto.

        Ponto 13.3 – Mapa do sítio: Verifique visualmente se oferece um índice de conteúdos ou um mapa do sítio.

        Não há nenhum desses elementos.

        Ponto 13.4 – Navegação: Verifique visualmente que os mecanismos de navegação se utilizam de forma consistente.

        Há poucos mecanismos de navegações, por isso este ponto não é importante.

        Prioridade 3

        Erros

        Ponto 9.5 – Atalhos de teclado: Não se proporcionam atalhos de teclado.

        Pontos a Verificar

        Ponto 4.2 – Abreviaturas e acrónimos: Verifique que se define a expansão das abreviaturas e acrónimos utilizando o atributo “title”. Para além disso, deve comprovar se se indica a expansão quando aparecem pela primeira vez no documento.

        Há a expansão da abreviatura DGAEP logo no inicio.

        Ponto 5.5 – Resumos das tabelas: Há 5 tabelas, nenhuma com células de cabeçalhos. Verifique que não existem tabelas de dados que requerem o atributo “summary”.

        Não há.

        Ponto 9.4 – Ordem de tabulação: Nenhum elemento contém o atributo “tabindex”. Verifique se existe uma ordem lógica de tabulação através das hiperligações, controlos de formulário e objectos.

        Há uma ordem lógica.

        Ponto 10.3 – Tabelas: Verifique se se proporciona um texto alternativo linear para todas as tabelas que apresentam o texto em colunas paralelas.

        O mesmo dito sobre as tabelas acima verifica-se aqui.

        Ponto 11.3 – Preferências do utilizador: Verifique se se proporciona informação para que os utilizadores possam receber os documentos de acordo com as suas preferências.

        Não há.

        Ponto 13.5 – Barras de navegação: Verifique visualmente se os elementos principais para a navegação se apresentam como uma barra de navegação.

        Não se apresentam como uma barra de navegação.

        Ponto 13.6 – Hiperligações relacionadas: Verifique que se agrupam as hiperligações relacionadas, que se identificam os grupos e se proporcionam meios de saltar esses grupos.

        Há poucas hiperligações, por isso este ponto não interessa.

        Ponto 13.7 – Funções de busca: Quando se proporcionam funções de pesquisa, verifique se se disponibilizam diferentes tipos de pesquisa para diversos níveis de categorias e preferências.

        Não há funções de busca.

        Ponto 13.8 – Informação diferenciadora: Verifique que a informação diferenciadora se encontra colocada no início dos cabeçalhos, parágrafos, listas, etc.

        Não há informação diferenciadora.

        Ponto 13.9 – Colecções de documentos: Verifique se se proporciona informação sobre as colecções de documentos. (Há 1 elementos <link> com o atributo “rel” ou “rev”.)

        Não há informação sobre as colecções de documentos.

        Ponto 13.10Arte ASCII: Verifique que se proporciona um meio para saltar sobre um “arte ASCII” quando este ocupe várias linhas.

        Não há um “arte ASCII”.

        Ponto 14.2 – Complementos do texto: Verifique se se complementa o texto com apresentações gráficas ou sonoras.

        Há pouco texto.

        Ponto 14.3 – Apresentação: Verifique se o estilo de apresentação é consistente em todas as páginas.

        É sim.

        Conclusão

        Desta forma, os pontos que não foram possíveis de verificar através da análise da Hera já foram verificados manualmente. No próximo “post”, haverá uma análise do site através do Manual de Boas Práticas da Administração Pública.

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        Directrizes de Acessibilidade do Conteúdo Web

        Outubro 28, 2007 at 4:12 pm (Curiosidades)

        Como complemento, ficam aqui explícitas as Directrizes de Acessibilidade do Conteúdo Web.

        1. Proporcione alternativas para os conteúdos visuais e auditivos

          1. Forneça um equivalente textual para todo o elemento não textual. Pode ser feito através do atributo “alt”, ou “longdesc” ou no conteúdo do elemento. Isto abrange: imagens, representações gráficas de texto, incluindo símbolos, regiões de mapas de imagem, animações, como é o caso dos GIF’s animados, applets e objectos programados, arte ASCII, painéis/frames, programas interpretáveis, imagens utilizadas em listas como sinalizadores de pontos de enumeração, espaçadores, botões gráficos, sons (reproduzidos com ou sem interacção do utilizador), ficheiros de áudio independentes, pistas áudio de vídeo e trechos de vídeo. (Prioridade 1)
          2. Forneça hiperligações de texto redundantes para cada região activa de um mapa de imagens server-side.
            (Prioridade 1)
          3. Forneça uma descrição em áudio da informação relevante da pista visual de uma apresentação multimédia, até que os agentes de utilizador possam ler automaticamente em voz alta o equivalente textual de uma pista de vídeo. (Prioridade 1)
          4. Para qualquer apresentação multimédia temporizada (e.g., um filme ou animação), sincronize alternativas equivalentes (e.g., legendas ou áudio descrição de pistas visuais) com a apresentação. (Prioridade 1)
          5. Até que os agentes de utilizador alcancem o equivalente textual das hiperligações existentes nas regiões activas dos mapas de imagem client-side, forneça hiperligações textuais redundantes para cada região activa do mapa. (Prioridade 3)
        2. Não se baseie apenas na cor

          1. Certifique-se de que toda a informação transmitida com base na cor se encontra também disponível sem cor. (Prioridade 1)
          2. Certifique-se que as combinações das cores de fundo e do texto, fornecem um contraste suficiente quando visualizados por alguém que tenha défices de percepção de cor ou quando a mesma é visualizada num ecrã a preto e branco. (Prioridade 2 para imagens, prioridade 3 para textos)
        3. Utilize marcadores e folhas de estilo e faça-o apropriadamente

          1. Sempre que existir uma linguagem com notação apropriada, use a notação em vez das imagens para transmitir a informação. (Prioridade 2)
          2. Crie documentos validando a notação com a gramática formal publicada. (Prioridade 2)
          3. Use folhas de estilo para controlar a disposição dos elementos na página e a forma de os apresentar. (Prioridade 2)
          4. Use unidades relativas em vez de absolutas nos valores dos atributos da linguagem de notação e valores das propriedades das folhas de estilo. (Prioridade 2)
          5. Use os elementos cabeçalho (<H1>…<H6>) para transmitir a estrutura dos documentos e utilize-os de acordo com as especificações. (Prioridade 2)
          6. Faça uso da correcta notação para as listas (<ul>…<ol>) e para os seus pontos de enumeração (<li>). (Prioridade 2)
          7. Use a notação correcta para citações (<Q> para citação curta e <BLOCKQUOTE> para citação longa, normalmente superior a três linhas). Não utilize a notação de citação para formatar efeitos visuais tais como tabulação/entalhe. (Prioridade 2)
        4. Identifique o idioma utilizado

          1. Identifique claramente quaisquer alterações de idioma no texto de um documento, incluindo os equivalentes textuais (caso das legendas das imagens e de outros elementos). (Prioridade 1)
          2. Especifique por extenso cada abreviatura ou acrónimo quando da sua primeira ocorrência num documento. (Prioridade 3)
          3. Identifique o idioma principal do documento. (Prioridade 3)
        5. Crie tabelas que se transformem correctamente

          1. Nas tabelas de dados, identifique as linhas e as colunas que constituem os cabeçalhos. (Prioridade 1)
          2. Nas tabelas de dados que têm dois ou mais níveis lógicos de linhas ou colunas de cabeçalhos use notação para associar células de dados e células de cabeçalhos. (Prioridade 1)
            1. Não deve usar tabelas para formatar páginas a não ser que a tabela faça sentido quando em formato linear. Caso contrário, se a tabela não fizer sentido, forneça um equivalente alternativo (o qual poderá ser uma versão linear). (Prioridade 2)
          3. Se uma tabela for utilizada para formatar uma página, não utilize qualquer notação de estrutura para efeitos de formatação visual. (Prioridade 2)
          4. Providencie sumários para as tabelas. (Prioridade 3)
          5. Use abreviaturas na designação dos cabeçalhos das tabelas. (Prioridade 3)
        6. Assegure-se de que as páginas que usam tecnologias emergentes se transformam correctamente

          1. Organize os documentos para que os mesmos sejam passíveis de serem lidos sem o uso das folhas de estilo. Quando um documento HTML é apresentado sem a folha de estilo a que está associado, deve ser, mesmo assim, possível ler o documento. (Prioridade 1)
          2. Certifique-se que o equivalente para conteúdo dinâmico é actualizado quando se dá a alteração dinâmica do conteúdo. (Prioridade 1)
          3. Certifique-se que as páginas são usáveis quando scripts, applets, ou outros objectos programáveis se encontram desactivados ou não são suportados. Se isto não for possível, forneça informação equivalente numa página alternativa acessível. (Prioridade 1)
          4. No caso dos scripts e dos applets, certifique-se que os eventos que o manipulam funcionam independentemente do dispositivo de entrada. (Este ponto inclui o 9.3). (Prioridade 2)
          5. Certifique-se que o conteúdo dinâmico é acessível ou forneça uma apresentação ou página alternativa. (Prioridade 2)
        7. Assegure ao utilizador o controlo sobre as alterações dos conteúdos tempo-dependentes

          1. Evite concepções que possam provocar intermitência do ecrã, até que os agentes do utilizador possibilitem o seu controlo. (Prioridade 1)
          2. Evite concepções que possam provocar o piscar (modificação do conteúdo em intervalos constantes) do conteúdo das páginas, até que os agentes do utilizador possibilitem o seu controlo. (Prioridade 2)
          3. Enquanto os agentes do utilizador não permitam congelar o movimento do conteúdo, não use movimento nas páginas. (Prioridade 2)
          4. Não crie páginas de reiniciar periodicamente automáticas, até que os agentes do utilizador possibilitem interromper o processo. (Prioridade 2)
          5. Não use a notação para redireccionar páginas automaticamente até que os agentes do utilizador disponham da capacidade para interromper o processo. Em vez disso, aconselha-se a configurar o servidor para executar esse redireccionamento. (Prioridade 2)
        8. Assegure a acessibilidade directa das interfaces incorporadas

          1. Faça com que os elementos programáveis tais como scripts e applets sejam directamente acessíveis ou compatíveis com tecnologias de apoio. (Prioridade 1 se a funcionalidade é importante e não se encontra noutro local de forma redundante e acessível; caso contrário, Prioridade 2)
        9. Desenhe tendo em conta diversos dispositivos

          1. Providencie mapas de imagens client-side em vez de mapas de imagens server-side, excepto quando as regiões não possam ser definidas por uma das figuras geométricas disponíveis. (Prioridade 1)
          2. Certifique-se de que qualquer elemento dotado de interface própria funciona independentemente do dispositivo utilizado. (Prioridade 2)
          3. No caso dos scripts, especifique manipuladores de eventos por software em vez de manipuladores de eventos dependentes de dispositivos. (Prioridade 2)
          4. Crie uma sequência lógica de tabs para percorrer as hiperligações, controlos de formulários e objectos. (Prioridade 3)
          5. Defina teclas de atalho para hiperligações importantes (incluindo os que se encontram nos mapas de imagem client-side), controlos de formulário, e grupos de controlos de formulários. (Prioridade 3)
        10. Utilize soluções provisórias

          1. Não provocar o aparecimento de janelas de sobreposição ou outras, e não fazer com que a janela actual seja modificada sem que o utilizador disso seja informado, até que os agentes do utilizador tornem possível a desactivação de janelas secundárias. (Prioridade 2)
          2. Até que os agentes do utilizador suportem associações explícitas entre os rótulos e os controlos de formulário, para todos os controlos com rótulos implicitamente associados, certifique-se que os rótulos se encontram apropriadamente posicionados. (Prioridade 2)
          3. Até que os agentes do utilizador identifiquem correctamente o texto colocado lado a lado, disponibilize uma alternativa linear do texto (na página actual ou numa outra) para todas as tabelas que disponham o texto de forma paralela, ao longo dos limites das colunas. (Prioridade 3)
          4. Até que os agentes do utilizador consigam manipular controlos vazios correctamente, inclua caracteres predefinidos de preenchimento nas caixas de edição e nas áreas de texto. (Prioridade 3)
          5. Até que os agentes do utilizador consigam distinguir hiperligações adjacentes, inclua caracteres não-linkados, circundados por espaços, entre as hiperligações adjacentes. (Prioridade 3)
        11. Utilize as tecnologias e directrizes do W3C

          1. Use tecnologias W3C quando a mesma esteja disponível e seja apropriada para uma tarefa. Utilize as versões mais recentes, desde que suportadas. (Prioridade 2)
          2. Evite o uso de notação obsoleta das tecnologias do W3C. (Prioridade 2)
          3. Disponibilize a informação necessária para que os utilizadores recebam os documentos de acordo com as suas preferências. Por exemplo: idioma, tipo de conteúdo, etc. (Prioridade 3)
          4. Se, depois de todos os esforços, não conseguir criar uma página acessível, forneça uma hiperligação para uma página alternativa que use as tecnologias W3C na sua versão acessível, com informação equivalente (ou com as mesmas funcionalidades), que seja actualizada tantas vezes quantas as páginas inacessíveis (originais). (Prioridade 1)
        12. Proporcione informação contextual e de orientação

          1. Forneça um título (<TITLE>) para cada FRAME, facilitando assim a sua identificação e navegação. (Prioridade 1)
          2. Descreva o propósito das fremes e a forma como as mesmas estão relacionadas umas com as outras, caso essa relação, suportada apenas nos títulos das frames, não seja óbvia para o utilizador. (Prioridade 2)
          3. Divida grandes blocos de informação em grupos mais geríveis e apropriados. (Prioridade 2)
          4. Associe explicitamente os rótulos aos respectivos controlos. (Prioridade 2)
        13. Proporcione mecanismos claros de navegação

          1. Identifique claramente o destino de cada hiperligação. (Prioridade 2)
          2. Forneça meta dados para acrescentar informações semânticas às páginas e aos sítios Web. (Prioridade 2)
          3. Forneça informação sobre a organização geral do sítio Web (e.g. mapa do site, índice). (Prioridade 2)
          4. Use mecanismos de navegação de uma forma consistente. (Prioridade 2)
          5. Providencie barras de navegação para salientar e dar acesso aos mecanismos de navegação. De preferência faça uso de elementos de notação para listas (<ul>…<ol>) para estruturar esses mecanismos. Use CSS para lhes dar estilo. (Prioridade 3)
          6. Agrupe hiperligações relacionados, identifique o grupo (em benefício dos agentes do utilizador) e, até que os agentes do utilizador o façam, forneça uma forma de saltar um grupo. (Prioridade 3)
          7. Caso seja fornecida uma função de pesquisa, active diferentes tipos de pesquisa de modo a corresponderem a diferentes níveis de competências e às preferências dos utilizadores. (Prioridade 3)
          8. Coloque informação diferenciada no início dos cabeçalhos, parágrafos, listas, etc. (Prioridade 3)
          9. Providencie informação sobre colecções de documentos (i.e. documentos compostos por múltiplas páginas). (Prioridade 3)
          10. Providencie um meio de saltar por cima de múltiplas linhas em arte ASCII. (Prioridade 3)
        14. Assegure-se que os documentos são claros e fáceis

          1. Use linguagem clara e o mais simples possível apropriada ao conteúdo do sítio Web. (Prioridade 1)
            1. Reforce a mensagem texto através de gráficos e/ou áudio na medida em que os mesmos facilitem a compreensão da página. (Prioridade 3)
          2. Crie um estilo de apresentação que seja consistente ao longo das páginas. (Prioridade 3)

        Estas directrizes permitem a análise automática feita no próximo post, pela ferramente Hera.

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        Skills for Acess

        Outubro 22, 2007 at 8:46 am (Curiosidades)

        Skills for Acess – como curiosidade, uma pequena ligação a um estudo de caso no que toca ao design de um pacote multimédia acessível a pessoas com dislexia.

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